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Ações de prevenção e investigação de casos de tuberculose são realizadas em indígenas venezuelanos

Prefeitura de Manaus realizou nesta quarta-feira, 6/2, ação de prevenção com investigação de casos de tuberculose em indígenas venezuelanos. O trabalho foi realizado pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e aconteceu no Abrigo Alfredo Nascimento, localizado na zona Norte de Manaus, que atende 437 pessoas.

 

 

O chefe do Núcleo de Controle da Tuberculose da Semsa, Daniel Sacramento, explica que a ação teve como público alvo as pessoas que tiveram contato com pacientes que estão em tratamento para a tuberculose.

 

“É uma investigação epidemiológica para identificar pessoas que apresentem sintomatologia para a doença, realizando o exame de escarro para detectar um possível caso novo de tuberculose”, informa Daniel Sacramento, lembrando que o resultado dos exames deve ficar pronto entre dois e três dias, permitindo o início imediato do tratamento.

 

A Semsa também realizou na terça-feira, 5/2, outro inquérito epidemiológico entre indígenas que estão vivendo no abrigo localizado no Centro de Manaus, quando houve a investigação em 60 pessoas. Desse total, 17 apresentaram algum sintoma para a doença.

 

De acordo com Daniel Sacramento, o trabalho faz parte do inquérito epidemiológico para detecção da doença entre pessoas que integram os grupos considerados de maior vulnerabilidade para a tuberculose, segundo o Ministério da Saúde, o que inclui a população indígena.

 

“O Programa de Controle da Tuberculose da Semsa realiza seis inquéritos para a detecção da doença ao ano, atendendo as populações consideradas mais vulneráveis. Além de indígenas venezuelanos, o trabalho deve ser realizado entre indígenas da zona rural de Manaus, entre a população privada de liberdade e pessoas que vivem instituições de longa permanência”, informa Daniel.

 

Durante a ação de saúde, um grupo de profissionais do Distrito de Saúde Norte (Disa Norte) também disponibilizou vacinas contra a febre amarela, hepatite B, difteria, tétano, sarampo, caxumba e rubéola.

 

Texto: Eurivânia Galúcio/Semsa

Foto: Divulgação/Semsa

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