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Médicos da rede municipal participam de capacitação sobre TEA

Com duração de três dias, teve início nesta quarta-feira, 18/12, na sede do Instituto Ter Mais, no Aleixo, zona Centro-Sul, uma capacitação voltada ao atendimento médico qualificado para pessoas com diagnóstico de Transtornos do Espectro Autista (TEA). O treinamento é promovido pela Prefeitura de Manaus, por meio de parceria entre a Rede da Atenção Psicossocial (Raps) e Escola de Saúde Pública de Manaus (Esap), da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), além de contar com recursos de uma emenda parlamentar do então vereador Álvaro Campelo.

 

 

Para a capacitação foram disponibilizadas 60 vagas para pediatras que fazem parte do quadro da Prefeitura de Manaus e 20 vagas para profissionais do quadro funcional da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam), divididos em turmas nos turnos matutino e vespertino.

 

“A qualificação profissional é fundamental para que possamos oferecer atendimento cada vez mais especializado em nossa rede. Na gestão do prefeito Arthur Neto, esse é um público cujo cuidado recebe atenção especial. Por isso, nossos médicos precisam estar bem preparados, atualizados, qualificados. Capacitações como essa, além de enriquecerem o currículo dos profissionais, possibilitam que nossos pacientes tenham atendimento adequado, de acordo com suas necessidades”, destacou o secretário municipal de Saúde, Marcelo Magaldi.

 

A capacitação está sendo conduzida pela médica psiquiatra Sônia Maria Motta Palma, referência na identificação e tratamento do TEA com ampla formação e experiência prática acadêmica na área, além de possuir vasta atuação na rede municipal de saúde, possibilitando o aproveitamento prático, de acordo com a realidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

TEA

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do desenvolvimento neurológico, caracterizado por dificuldades de comunicação e interação social e pela presença de comportamentos e/ou interesses repetitivos ou restritos. Apesar de haver evidências de que tais comportamentos atípicos sejam claramente perceptíveis a partir dos 12 meses de idade, o diagnóstico do TEA tem ocorrido, em média, aos quatro ou cinco anos de idade. A intervenção precoce tem o potencial de alterar o prognóstico e suavizar os sintomas do transtorno.

 

Texto – Sandra Monteiro / Semsa

Foto – Divulgação / Semsa

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